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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Segunda Lei de Mendel





sexta-feira, 2 de julho de 2010

Células e Funções do Tecido Conjuntivo

Há um notável polimorfismo celular nesse tecido. Células de formas diferentes que realizam atividades diversas. No entanto, todo o conjunto se harmoniza num único tecido. São seguintes as células principais dos tecidos conjuntivos propriamente dito:

Fibroblastos / Fibrócitos
Os fibro blastos são células jovens responsáveis pela produção de componentes da matriz extracelular. Ao se tornarem adultos, eles são chamados fibrócitos.

Macrófagos
Os monócitos são células produzidas na medula óssea que, quando deixam os vasos sanguíneos, passam a se chamar macrófagos cuja a principal função é promover a fagocitose.

Plasmócitos
Os linfócitos B, quando em contato com os antígenos, são denominados plasmócitos. A sua função é secretar anti-corpos.

Mastócitos
Esta célula contém grandulos que armazenam histamina, que participa da geração dos processos alérgicos.


Adipócitos
São células adultas, derivadas dos adipoblastos (células jovens) os quais compõem o tecido adiposo.


Células Mesenquimais
São células indiferenciáveis capazes de se transformarem em qualquer outro tipo de célula do tecido conjuntivo. Propriamente dito, adiposo, cartilaginoso e ósseo. Trata-se de uma célula tronco periférica.


Fonte: Professor Leandro, do curso Opção Vestibulares de Juiz de Fora.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Poluição Sonora

Pesquisa verifica que habitantes de Curitiba se incomodam com os ruídos do trânsito e dos vizinhos e que, por causa disso, ficam irritados e com baixa concentração.
A poluição sonora é um problema de saúde constantemente estudado por pesquisadores, principalmente no que diz respeito às suas conseqüências ambientais e aos transtornos que causa à população. No entanto, a maior parte dessas pesquisas trabalha com a medição dos ruídos em um determinado local, analisando se eles se enquadram nos padrões aceitos mundialmente. Poucos são os trabalhos que buscam informações junto à população e é por isso que pesquisadores do Laboratório de Acústica Ambiental do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Paraná resolveram verificar as reações de incômodo sofridas pela população de Curitiba frente ao ruído urbano.

De acordo com artigo publicado, em agosto de 2002, na Revista de Saúde Pública, “para identificar as principais fontes de ruído do ambiente urbano e a reação da população a essas fontes, foi elaborados um questionário com questões sobre dados demográficos do ambiente residencial urbano e o desconforto causado pelo ruído”. Participaram 860 pessoas, que foram selecionadas de modo aleatório.

Segundo os pesquisadores, a maior parte era do sexo masculino e possuía entre 18 e 24 anos de idade. “Indagados se eles se incomodavam com o ruído de sua rua, a maior parte dos participantes (44%) respondeu que às vezes se incomodava e cerca de 32% responderam que se incomodavam regularmente”, afirmam. Além disso, 60% responderam que o ruído de sua rua havia aumentado recentemente.

Com relação às fontes de barulhos que mais incomodavam as pessoas, a equipe explica que a maioria apontou o trânsito e os vizinhos. No entanto, outras fontes, denominadas fontes não contínuas, também foram citadas, como por exemplo, sirenes, casas noturnas e construção civil. Isso mostra, segundo os pesquisadores, que para que uma pessoa se sinta incomodada pelo ruído urbano, não é absolutamente necessário que ele seja intenso ou muito intenso, à medida que coexistem fontes de ruídos contínuos e descontínuos.

O mais importante, segundo eles, é o fato de a poluição sonora gerar efeitos nas populações urbanas como irritabilidade, baixa concentração, insônia e dores de cabeça. “Vale ressaltar que todas as pessoas que disseram sentir-se incomodadas pelo barulho confessaram apresentar pelo menos um desses efeitos, predominando a irritabilidade e a baixa concentração”, afirmam no artigo.

Fonte: Perdida

sábado, 17 de abril de 2010

O que é Bioética?

quinta-feira, 15 de abril de 2010

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Equinodermos


São conhecidas aproximadamente 6000 espécies pertencentes ao filo Echinodermata. Estes animais de epiderme e esqueleto interno calcários são triblásticos, celomados, sem metameria e deuterostômios, podendo apresentar espinhos. De hábito exclusivamente marinho, podem viver livres ou presos por pendúnculo, na região bentônica. No estágio larval, possuem simetria bilateral e, quando adultos, simetria radial.

O sistema hidrovascular (ou ambulacral), uma característica peculiar do filo, desempenha funções de locomoção, fixação e captura de alimentos. Além disso, auxilia na respiração e excreção. Ele consiste em canais cheios de água marinha, que penetram no corpo por uma placa perfurada denominada madreporito, e se comunicam com os pés ambulacrais, presentes na superfície do corpo. A pressão exercida na água pelos pés ambulacrais permite a locomoção, fixação e captura de alimentos destes animais.

O sistema digestório é completo, com digestão extracelular. O sistema circulatório pode ser ausente ou reduzido, dependendo da espécie, sendo as substâncias predominantemente distribuídas via celoma.

O sistema respiratório pode ser reduzido ou ausente. No primeiro caso, a respiração é branquial. Não há sistema excretor: as excreções são lançadas diretamente no sistema hidrovascular.

O sistema nervoso é composto por um anel nervoso que circunda a boca, local onde estão os nervos radiais. Podem existir olhos simples, células táteis e olfativas.

A reprodução é sexuada. Os animais, dióicos, liberam os gametas na água. Após a fecundação, há o desenvolvimento de um ou mais tipos de larva, até que atinjam a idade adulta. Possuem excelente capacidade de regeneração.

Este filo possui duas classes e algumas subclasses:

CLASSE STELLEROIDEA: Compreende os indivíduos que apresentam corpo com braços.

Subclasse Asteroidea:
Representada pelas estrelas-do-mar, habitantes de costas marinhas, praias e rochas. Possuem, geralmente, cinco braços, sendo que estes não partem de um disco central. São carnívoras e necrófagas.
Subclasse Ophiuroidea:
Representada pelas serpentes-do-mar: animais noturnos que, durante o dia, se enterram no substrato ou se escondem sob pedras ou plantas. São parecidos com as estrelas-do-mar, mas seus braços são mais longos, esguios e articulados, e partem do disco central. São raspadores e necrófagos

CLASSE HOLOTHUROIDEA
Representada pelos pepinos-do-mar, indivíduos de corpo alongado e mole, devido à ausência de carapaça. Vivem, geralmente, enterrados. São comensais e parasitas de algumas espécies de anelídeos, caranguejos e peixes.

CLASSE ECHINOIDEA
Animais de corpo arredondado, sem braços, com espinhos móveis e delgados: bolacha-de-praia e ouriço-do-mar. Os primeiros se alimentam de partículas orgânicas; os ouriços, de plantas marinhas e partículas orgânicas, e vivem em fendas de rochas circundadas pela água do mar. Possuem menor capacidade de regeneração.

CLASSE CRINOIDEA
Representada pelos lírios-do-mar, animais de braços ramificados e bastante brilhantes. Vivem em locais mais profundos, inclusive na região abissal, fixados por pedúnculo ao solo ou a recifes. Alimentam-se de plâncton microscópico e detritos.

Por Mariana Araguaia
Equipe Brasil Escola

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Moluscos com o Prof. Toid

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Brasil supera EUA e lidera mortes por H1N1, diz ministério

SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil é o país com a maior quantidade de mortes causadas pela gripe H1N1 no mundo em números absolutos, embora tenha apenas a sétima taxa de mortalidade entre os 16 países com maior número de óbitos, informou boletim do Ministério da Saúde nesta quarta-feira.

De acordo com o relatório, foram registradas 557 mortes no país até o dia 22 de agosto, o que põe o Brasil no topo do ranking de óbitos causados pela doença no mundo, à frente de México (179), Argentina (439) e Estados Unidos (522 mortes). O total de mortes nos EUA foi atualizado pela última vez no dia 15.

O Brasil apresenta, no entanto, apenas a sétima taxa de mortalidade entre os 16 países com maior número absoluto de mortes no mundo. Este valor é calculado a partir do percentual de óbitos em relação à população de cada país.

A taxa de mortalidade brasileira (0,29 a cada 100 mil habitantes) é menor que a da Argentina e do Chile, mas supera a dos EUA e do México.

O ministério indicou ainda que, pela segunda semana seguida, houve diminuição no número absoluto de casos graves notificados no país, o que poderia apontar para um recuo da doença no país.

"Ainda não é possível concluir que a tendência seja definitiva, pois existem casos em investigação laboratorial ou que não tiveram as informações sobre a conclusão diagnóstica digitadas (...) no sistema de informação", informou o órgão em nota.

MORTOS POR ESTADO

De acordo com o órgão federal, das 557 mortes registradas, 223 foram em São Paulo, Estado com maior número de óbitos pela doença no país. A Secretaria de Saúde paulista confirmou 179 vítimas em seu último boletim e deve atualizar os dados na sexta-feira.

No Paraná, o órgão estadual de Saúde confirmou 170 vítimas nesta terça-feira, ante 151 mortes contabilizadas pelo ministério.

No Rio Grande do Sul, são 96 mortes confirmadas pelo governo do Estado contra 98 registradas no boletim federal.

Rio de Janeiro tem 50 mortes pela Secretaria Estadual de Saúde e 55 óbitos de acordo com o ministério.

O boletim anunciou ainda nova morte no Distrito Federal, que tem apenas uma vítima confirmada pela secretaria estadual.

A Bahia também teria duas mortes, mas a secretaria de Saúde informou, em nota, ter apenas uma confirmação de óbito.

Amazonas e Paraíba têm duas mortes cada. Acre, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Roraima, Rio Grande do Norte e Roraima têm uma morte cada, segundo as secretarias Estaduais.

Das mortes no país, 58 eram gestantes, informou o ministério.

Nesta quarta-feira, o governo enviou ao Congresso medida provisória que prevê a liberação de crédito suplementar no valor de 2,1 bilhões de reais para o enfrentamento da pandemia de gripe H1N1 no país.

Segundo o ministério, este recurso será aplicado na compra de 73 milhões de doses de vacina contra a nova gripe e na aquisição de mais 11,2 milhões de tratamentos e equipamentos, além da qualificação de profissionais de saúde.

(Por Hugo Bachega)

Veja na Wikipédia dados muito interessantes

sábado, 8 de agosto de 2009

Ecovila

Considerando que o grupo esteja vivendo em uma “Ecovila” (Vila Ecológica), que fontes alternativas de energia seriam priorizadas, visando à auto-sustentabilidade, ou seja, tornando auto-sustentável a comunidade que habita?


Uma Ecovila é um assentamento de desenvolvimento sustentável. Nesse sistema residem grupos de pessoas e/ou familias no qual procuram integrar uma vida social harmônica a um estilo de vida sustentável. Vale lembrar que também é buscado a sustentabilidade em vários níveis, tanto energético como social,espiritual e cultural , denegrindo o mínimo possível o ambiente. A prática comum nas ecovilas é a permacultura (permanência e cultura), no qual a pessoa larga um pouco a dependência do mundo e começamos a cuidar um pouco de nós. Veja algumas práticas desse assentamento:

  1. Produção local e orgânica de alimentos;
  2. Utilização de sistemas de energias renováveis;
  3. Utilização de material de baixo impacto ambiental nas construções (bioconstrução ou arquitetura sustentável);
  4. Criação de esquemas de apoio social e familiar;
  5. Diversidade cultural e espiritual;
  6. Governança circular, incluindo experiências com novos processos de tomada de decisão e consenso;
  7. Economia solidária, cooperativismo e rede de trocas;
  8. Educação transdisciplinar e holística;
  9. Sistema de Saúde integral e preventivo;
  10. Preservação e manejo de ecossistemas locais;
  11. Comunicação global.

No nosso sistema atual para se adquirir recursos básicos energia elétrica, água, esgoto e alimentos muitas vezes ocasionam impactos ambientais. Habitações auto-sustentáveis é um grande desafio, pois os assentamentos deverão consumir menos energia elétrica, reciclar dejetos, ecomizar água com água de esgoto e captação de água de chuva. No entanto, numa ecovila, existem meios de ter tudo isso sem agredir a natureza. Um deles seria utilizar fontes de energia limpa, através de fontes alternativas de energia. As casas são totalmente elaboradas para que se possa entrar o máximo de luz possível e a energia elétrica é adquirida com o sol, utilizando energia solar. Em um sistema de permacultura é nescessário um planejamento para a conservação de toda forma de energia. O ecocentro IPEC descobriu várias formas de adquirir energia elétrica sem denegrir a natureza. Nesse instituto, a energia provida do sol é adquirida de diversas formas:

  • Com as casas que são isolantes térmicos evitando gastos com refrigeração e aquecimento;
  • Desidratamento de alimentos em fornos solares aproveitando do efeito estufa;
  • Á gua aquecida para o banho é obitida por coletores solares que funcionam por termocifonamento;
  • A energia elétrica é obtida por placas fotovoltáicas que transformam a luz do sol em corrente elétrica. Sistemas fotovoltáicos não geram resíduos nem ruído, nem qualquer outro tipo de poluição e se aproveitam de um espaço geralmente ocioso quando instalados sobre um telhado. Ele é durável e de baixo custo de manutenção.

Pode se obter energia com água, implantando pequenas turbinas hidráulicas acopladas a geradores impulsionadas por alguma corrente natural de água. Esse sistema possui um sistema relativamente baixo em relação as placas fotovoltáicas, mas inviável em ambientes urbanos. Outra vantagem desse sistema é que este funciona 24 horas por dia, independente de vento e sol.

Como um cata-vento é instalado turbinas eólicas que através da força mecânica do vento se fonece energia eólica. Esse sistema de energia eólica é econômico e não causa nenhum mal ao ecossistema.

Outra fonte de energia utilizada é a de biocombustíveis, aposentando os combustíveis fósseis que devem acabar um dia. Com os óleos vegetais utilizados em pastelarias e restaurantes, que são recolhidos gratuitamente e ,depois filtrados são transformados em biodiesel ou colocados diretamente em motores a diesel. Os gases produzidos por esse processo podem ser utilizados facilmente capturado por plantas que será transformado novamente em massa vegetal. Com o óleo vegetal é reduzido a produção de CO e protegendo a camada de ozônio do efeito estufa.

Fontes:

  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Ecovila
  • http://www.youtube.com/watch?v=MipldiYbwRw
  • http://www.ecocentro.org/menu.do?acao=energiaIntroducao
  • http://www.ecocentro.org/menu.do?acao=energiaFotovoltaica
  • http://www.ecocentro.org/menu.do?acao=energiaSolar
  • http://www.ecocentro.org/menu.do?acao=energiaDaAgua
  • http://www.ecocentro.org/menu.do?acao=energiaParaCombustiveis
  • http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=804130
  • http://www.arq.ufsc.br/labcon/arq5661/trabalhos_2003-1/ecovilas/critica.htm
  • http://74.125.47.132/search?q=cache:HvwHSqif9d4J:permacoletivo.files.wordpress.com/2008/05/ecovilanet.pdf+ecovila+%2B+fontes+de+energia&cd=17&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&client=firefox-a


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